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Época balnear: regras, truques e riscos

Época balnear: regras, truques e riscos

Se tem férias, use-as. Faça um plano para que o intervalo do trabalho signifique descanso e não preocupações. E invista em ser turista no seu próprio país.

Já começou o verão mais atípico das nossas vidas e a maioria de nós continua sem saber o que fazer com a época balnear: ir ou ficar, marcar ou desistir. Com muitas fronteiras fechadas e poucos aviões no ar, a melhor alternativa parece óbvia: reaprender a desfrutar de Portugal. Não é bem um plano B, no sentido de ficarmos com um verão menos memorável. É um belo plano A, mas cuja existência tendemos a ignorar. Entre o mar e o rio, o campo e a serra, Portugal oferece o melhor sal da vida. Não é à toa que é um dos destinos mais procurados pelos estrangeiros. E se nunca teve oportunidade de o saber, ou se já o esqueceu, este é mesmo o melhor ano para fazer o teste de algodão. Seja turista cá dentro, optando por uma moradia com piscina, um apartamento com vista mar, ou uma quinta rural distante de tudo. Este ano, mais importante do que a zona geográfica, Norte de Portugal, Centro ou Sul, é mesmo a propriedade onde vai escolher pernoitar, bem como a oferta da sua envolvente.

Há dois aspetos que não deve esquecer: por um lado, se tem direito a férias, não deve escolher ficar em casa. Este tempo pede-nos que nos fortaleçamos para o inverno que há de vir. Nunca foi tão importante descansar, recarregar baterias e trazer de volta reservas suplementares de boa energia. Por outro lado, para onde quer que vá, não pode esquecer-se de cumprir uma lista fundamental de regras. A ENTREPORTAS dá-lhe uma ajuda para fazer essa lista, que deve ser levada a sério por toda a família, incluindo as crianças - e os amigos, se escolher partilhar as férias com eles também. E ajuda-o ainda a pensar em alguns truques, para que tenha umas férias descansadas e felizes. Quem sabe se não serão mesmo as melhores férias de sempre.

 

 

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1. Não prescinda do selo Clean & Safe

A primeira regra a cumprir é fácil: se vai arrendar casa, escolha uma que possua o selo Clean & Safe. À partida, significa que está a escolher um empreendimento que se responsabiliza pelo protocolo de higiene, limpeza e desinfeção exigido nesta fase. No entanto, pode ser assaltado por um dúvida: deve escolher um alojamento turístico coletivo ou um alojamento mais pequeno, em que caiba apenas a sua família? As casas particulares, para uma só família, podem ser mais económicas e até fazê-lo sentir-se mais seguro, por não ter de partilhar o espaço com mais ninguém. Contudo, essas casas mais pequenas, algumas das quais fora das plataformas turísticas, podem mais facilmente prescindir do referido selo aconselhado pelo Turismo de Portugal. Por isso, na dúvida, escolha sempre a casa à qual foi atribuída a certificação. Lembre-se de que o protocolo de desinfeção é cumprido todos os dias, várias vezes ao dia, e abrange desde os lençóis até qualquer superfície de uso recorrente. Portanto, não há nada a temer.

 

 

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2. Regras iguais para praias e piscinas

As piscinas ao ar livre vão estar sujeitas às mesmas regras de ocupação e utilização das praias durante a época balnear. Por isso, se não está na disposição de cumprir o distanciamento físico de 1,5 metros entre diferentes grupos, tal como o afastamento de três metros entre guarda-sóis, toldos e para-ventos, ou se não quer correr o risco de chegar à praia e nem sequer poder entrar (se o semáforo estiver vermelho, significa que a lotação está esgotada e que não poderá mesmo aceder ao areal), o melhor é optar, logo à partida, por uma casa que tenha piscina. Se arrendar uma casa inteira só para a sua família, desde que tenha o selo Clean & Safe, poderá passar alguns dias sem pensar em regras e assim esvaziar a cabeça de problemas. Se a casa for coletiva e apresentar alguma dimensão, comportando várias famílias, não poderá mesmo ignorar as regras. A piscina de um empreendimento turístico não é pública, mas não vale a pena correr riscos desnecessários. Nesse caso, redobre os cuidados também no ginásio e no SPA, se os houver.

casa, piscina, Entreportas

3.  Quantos amigos dos amigos devo levar?

Não raras vezes, as famílias com filhos gostam de levar para as férias os amigos dos filhos, duplicando o número de pessoas. No espaço público, a lei não permite ajuntamentos superiores a 20 pessoas. Dentro de casa não há regras, mas deve existir bom senso. Lembre-se de que cada criança ou jovem de uma família exterior à sua representa uma célula diferente. Se quer mesmo que os seus filhos beneficiem da companhia dos amigos, deve informar-se sobre o tipo de confinamento que foi exercido por cada uma dessas famílias, e deve exigir um teste antes de os incluir nas suas férias. Não se esqueça também de informar os pais desses amigos do número de pessoas que pretende ter em casa. Em qualquer circunstância, não se esqueça de levar dezenas de máscaras descartáveis e alguns frascos de gel, não só porque será necessário para eventuais saídas, mas também porque perder o hábito de os usar não é um bom procedimento.

4. Contra o tédio dos miúdos

Nesta época incomum, muito pais estão preocupados com o possível aborrecimento dos filhos durante as férias. O que em anos anteriores é sinónimo de adrenalina e alegria - a praia, a rua, as esplanadas, os restaurantes, as festas, os festivais, as viagens -, este ano parece revestir-se do receio de que todos acabem profundamente entediados e, por isso, intolerantes. Extinga essa possibilidade antes mesmo de ela poder manifestar-se. Estude a oferta que existe na envolvente da casa que vai escolher para as férias. Pode ser uma oportunidade única para visitar museus e monumentos sem as enchentes de estrangeiros.  Ou para visitar fábricas que, em circunstâncias normais, não lhe ocorreria visitar, como a fábrica do chapéu ou da cerâmica ou dos perfumes. Misture, sem medo, pedagogia e descoberta. As férias também servem para aprender coisas novas e para fomentar o gosto pelo conhecimento.

5. Como ocupar as noites?

Vivemos um momento em que nós somos a nossa principal defesa. Quer isto dizer que, por muitas leis e regras temporárias que se tenham criado, não há fórmula mais segura do que aquela que depende do nosso bom comportamento. Por isso, mesmo no período de férias, é aconselhável frequentar restaurantes e esplanadas com alguma parcimónia. Justamente porque sabemos as nossas regras, mas não podemos conhecer nem controlar as regras cívicas dos outros. A solução não é cada elemento passar a noite a ver séries ou a brincar com o telemóvel. A solução tem de ser inclusiva. Encha a mala de jogos em que todos possam entrar. O mercado tem uma ampla oferta, desde o clássico Trivial até ao transversal jogo do olfato. Divirta-se a ser curador da agenda cultural noturna das suas férias e lembre-se sempre deste truque: não encare a segurança como uma má notícia. Manter-se a si e à sua família em segurança, mesmo que isso implique ser mais criativo, é a melhor notícia que pode ter. Com sorte, ainda pode ter um bónus no fim: saem todos mais unidos e próximos do que nunca.

 

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