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Saiba quais são as seis divisões-chave na decoração da casa em 2021

Saiba quais são as seis divisões-chave na decoração da casa em 2021

Há uma vida antes e depois da pandemia. E isso nota-se também na decoração da casa.

Em 2021, adapte o seu lar às suas novas necessidades, seguindo as tendências. 

Em todas as casas impera agora o pragmatismo: as cores calmas, as áreas desafogadas, o surgimento de escritórios e o aproveitamento das zonas exteriores resultam de uma pandemia à escala global, que alterou radicalmente os nossos hábitos domésticos. Essas alterações foram decisivas para delinear as tendências de decoração para 2021. Na antecâmara de uma possível terceira vaga de covid-19, mas também já em contagem decrescente para a entrada em curso de um plano de vacinação que deverá restituir-nos a liberdade, vale a pena apostar, acima de tudo, na versatilidade do seu apartamento ou moradia. Por uma razão simples: nunca mais voltaremos a relativizar a importância que tem um imóvel. Nunca mais voltaremos a achar que tanto faz viver aqui ou ali. Porque é ali, no interior da nossa casa, que tudo se joga. E tudo é mesmo tudo. Incluindo a saúde - física e mental.

Um dia, quando 2020 for apenas uma memória mais ou menos distante e devidamente resolvida, as academias hão de promover estudos para aferir e compreender como é que a população conviveu com a pandemia em função de diversos fatores, certamente familiares, económicos e sociais, mas também em função da própria residência. Terá sido indiferente viver num apartamento com vista mar ou numa casa sem uma varanda? Terá sido irrelevante cumprir a obrigatoriedade do teletrabalho, beneficiando de uma área autónoma ou dividindo a mesa de jantar com as crianças? Que importância terá tido a existência do jardim de casa durante o confinamento? São perguntas às quais qualquer um de nós, empiricamente, conseguirá responder. Mas será muito curioso, em breve, podermos saber com rigor que sequelas deixou a escassez de espaço na vida das pessoas.

 

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As tendências de decoração para 2021 refletem tudo o que sofremos em 2020 e antecipam uma nova vida, mais simples, confortável e prática, mas também mais segura, sustentável e eficaz. Assim sendo, é deus (e não é diabo) quem volta a estar nos pequenos detalhes. As plantas voltam a entrar em força dentro de casa, as casas de banho merecem uma atenção inédita, as cozinhas voltam a ser um território central e os escritórios passam a ser uma divisão indispensável. Ao mesmo tempo, há uma preocupação incontornável: todos os materiais são recicláveis. Uma vez ultrapassada a pandemia, será tempo de voltar a pensar no ambiente e no futuro.

A ENTREPORTAS Imobiliária consultou vários manuais e especialistas em decoração e elaborou uma lista com aquelas que são consideradas as seis divisões-chave da casa em 2021, e respectiva decoração. Siga estas pistas e transforme a sua casa num pequeno paraíso.

 

Sala de jantar volta a ter convidados

A sala de jantar foi a divisão da casa mais ignorada em 2020. Sem direito a festas nem a visitas, transformou-se no espaço que é mais urgente reinventar. Depois da pandemia e da ausência de amigos e familiares em casa, as salas precisam de muita luz e muito espaço. E alguma excentricidade. É preciso recuperar o tempo, as conversas e as gargalhadas perdidas. Em 2021, a tendência aponta, por isso, para a funcionalidade dos móveis. Acima de tudo, o estilo escolhido para a sua decoração não pode prejudicar a circulação. Resolvida a funcionalidade, aposte em peças e cores exuberantes. Tudo na sua sala de jantar deve convocar a festa, a alegria e o convívio. A peça chave da sala de jantar em 2021 é o carrinho de bebidas. Rima com brindes e com afetos.

 

Cozinha recupera a sua popularidade

A cozinha tão depressa é promovida a coração da casa, como é relegada para segundo plano. Este constante sobe e desce no ranking de preferência das famílias é o maior reflexo de como se está na vida em cada momento. Em 2021, a cozinha volta a recuperar a sua popularidade. Ou seja, volta a deixar de ser apenas o lugar onde se confecciona refeições e lava a louça, para ser um espaço de convívio social. Aqui, as cores neutras estão completamente fora de uso. Mas os tons fortes ou garridos, também. A grande tendência recai sobre os tons vintage, como o azul turquesa, azul petróleo, verde menta, rosa bebé, cinza ou amarelo. O desejo mais comum dos proprietários é o de conseguirem criar uma espécie de ilha na cozinha, que permite juntar família e amigos à volta de um balcão ou bancada em que se cozinha e come ao mesmo tempo. Se a sua casa não o permite, não desanime. Junte os convivas à volta de uma mesa. O que não poderá esquecer é a qualidade das cadeiras. Para uma cozinha que se quer de convívio, essa é a peça de mobiliário fundamental. O tom das cadeiras combina com o resto. Em 2021, as cozinhas são monocromáticas.

 

 

 

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O renascimento do quarto de casal

Há quantos anos não via um único manual de decoração discorrer sobre um quarto que não fosse eventualmente o das crianças? Este ano, também isso vai mudar. É verdade que os divórcios dispararam em 2020, uma vez que a pandemia funcionou como acelerador de alguns desfechos matrimoniais. Mas os casais que conseguiram driblar a crise estarão hoje mais unidos e mais cúmplices. É a pensar nesses casos de sucesso que os guias de decoração desenharam ambientes íntimos com móveis feitos à medida, para rentabilizar o espaço e o prazer, construídos em materiais de qualidade e privilegiando aquilo a que agora se chama "design sensorial". A ideia é retirar o máximo partido das diferentes texturas usadas nas mantas, nas cortinas ou no papel de parede. E dar largas à imaginação em cenários que todos os dias devolvam o merecido descanso. Desta forma, voltam a estar na moda móveis tão antigos como as camas de dossel, surgidas no tempo da monarquia, os candeeiros de teto cheios de cristais ou os tapetes de grandes dimensões. 

 

Casa de banho quer-se clara e clean

Uma casa de banho já não é só uma casa de banho, lugar inóspito onde se entra e sai sem ser cativado por nada. Hoje as casas de banho podem ser de tal forma elegantes, que se confundem com espaços de lazer e sobretudo com SPA. As palavras-chave deste compartimento são serenidade e organização. Quer esteja em causa o WC de uma suite ou a casa de banho de serviço, usada também pelas visitas, invista em móveis claros - branco, bege ou cinza - e num cenário o mais despido possível. Não se preocupe em criar contrastes, a tendência aponta para uma tonalidade única. Sirva-se dos materiais e não das cores para dar o seu toque pessoal. Um exemplo? Para o revestimento de parede, use o azulejo-pastilha que vemos habitualmente nas piscinas. O efeito é maravilhoso, figura como uma das principais tendências do ano. De resto, se tem o hábito de exibir todos os seus produtos de higiene, elimine-o. Abuse dos espelhos - grandes, funcionais e com design simples - e guarde tudo o resto.
 

Escritório ganha novo estatuto

Nem tudo foi inútil ou pesaroso em 2020. Poder trabalhar em casa foi uma agradável surpresa para muitas pessoas, que assim deixaram de desperdiçar tempo no trânsito. Independentemente disso, o teletrabalho veio mesmo para ficar. Por isso, já todos percebemos que o número de escritórios vai disparar no interior das casas. Pode ser maior ou mais pequeno, mais improvisado ou mais tradicional, mas não vai poder faltar. Aliás, se estiver a pensar comprar casa nova este ano, não deixe de ter em conta o escritório. Com o seu novo estatuto, um bom escritório depende de três variáveis fundamentais: iluminação (de preferência, natural), conforto e capacidade de organização.
 

Ar livre passa a ser obrigatório

O ar livre deixou de ser opcional. Pode encontrá-lo numa varanda, num terraço, num pátio ou num jardim. Ou apenas através de uma janela com vista rio ou vista mar. Pode ser tão fácil numa moradia ou num condomínio fechado ou simplesmente num prédio bem localizado. O ar livre não é uma divisão da casa, não faz parte dos metros quadrados adquiridos, mas integra a qualidade e a valorização do seu imóvel, e sobretudo a qualidade da sua saúde física e mental.  É uma divisão imaterial que determina toda a vida da sua família, começando por travar a claustrofobia da reclusão que todos, de uma forma ou de outra, sentimos no último ano. Se só puder investir numa coisa em 2021, que seja numa casa que contemple esta possibilidade.

 

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