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6 Passos para construir uma casa de raiz à sua medida

6 Passos para construir uma casa de raiz à sua medida

Fica mais caro construir uma casa? Quais as vantagens da autoconstrução? Desde a compra do terreno até ao final da obra conheça os passos que tem de dar.

A pandemia imprimiu muitas e definitivas alterações na nossa vida. A relação que desenvolvemos com a nossa casa, já aqui o dissemos várias vezes, é a maior de todas. As moradias e os apartamentos nos quais escolhemos viver ganharam competências que não tinham - todos queremos habitações maiores, mais sustentáveis, com mais espaços ao ar livre e, de preferência, com espaços de lazer, como um jardim ou uma piscina - e isso irá interferir necessariamente em todas as escolhas que fizermos daqui para a frente. Desde logo, ganha força a velha opção de construir casa. Se nos últimos anos, a tendência era chegar, ver e comprar, agora cresce novamente o desejo de escolher a localização, o terreno, o projecto de arquitectura e a mão de obra.

É válido também, e cada vez mais, para o refúgio de fins de semana e de férias. Podemos não conseguir desfazer-nos no nosso apartamento de todos os dias, mas isso não deve impedir-nos de construir uma casa no campo ou próxima da praia. Se até aqui, e por responsabilidade da vida acelerada que todos temos, a casa parecia ser apenas um corredor de passagem, hoje ela é sobretudo o lugar onde estacionamos e recarregamos baterias. E isso nunca foi tão importante como hoje. Por que não atirar mãos à obra?

Entre as principais vantagens na decisão de construir uma casa de raiz, destacam-se a possibilidade de escolher e controlar a qualidade dos materiais utilizados, a oportunidade de deixar preparadas as bases para um dia aumentar a dimensão do imóvel, acrescentar um quintal, um parque infantil ou a tão desejada piscina, a facilidade de ir gerindo o orçamento (investir mais nos materiais da cozinha, por exemplo, e deixar para mais tarde os acabamentos exteriores), a hipótese de negociar diretamente com os fornecedores os materiais escolhidos, o que implica fortíssimas probabilidades de baixar os custos finais, e ainda ter o benefício de personalizar ao detalhe cada recanto e função da casa, de acordo com o que dela se pretende e com o agregado familiar. A tudo isto acresce, também, a escolha exacta da localização (mais perto do mar, da serra ou da cidade) - que é, como se sabe, o principal factor diferenciador de uma habitação, bem como aquele que mais a valoriza - e a certeza de ter uma garantia de construção, por parte do empreiteiro, de cinco anos. Durante esse período, sabe que não terá qualquer despesa adjacente em qualquer problema de construção que porventura surja na casa. 

 

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Para dar esse passo com total confiança, é importante que tenha alguma experiência, para não ser apanhado desprevenido. Se não a tiver, não tem que desistir do seu projeto. Basta que contacte uma imobiliária com tarimba e conhecimento nessa área - no Norte de Portugal, a ENTREPORTAS é a empresa que mais cartas tem dado nesse domínio -, que irá guiá-lo pelas melhores soluções, aconselhá-lo durante todo o processo chave na mão à conclusão da obra, e ainda ajudá-lo a resolver a parte burocrática, como a solicitação de licenças ou mesmo a obtenção de financiamento, cujo procedimento é diferente daquele que exige uma casa pronta a habitar, independentemente de ser nova ou usada (na construção, a verba é disponibilizada por tranches, acompanhando a evolução da obra).

De resto, só tem que ter um pouco de paciência para ver a casa crescer e, preferencialmente, retirar prazer de acompanhar essa evolução. É também nesse sentido que é mais fácil e mais cómodo ter uma imobiliária consigo. Para quem está na fase de equacionar construir casa, elaborámos um guião com 6 passos para saber quanto custa investir na construção de um imóvel e tudo aquilo de que precisa. Se a sua primeira pergunta é: fica mais caro? A resposta é: dependerá sempre de si, mas em princípio será muito menos dispendioso. 


1. Terreno

Antes de avançar para a construção da casa, tem de procurar o terreno . Este pode ser o seu primeiro grande investimento - os valores de uma cidade de praia, como Viana do Castelo, Póvoa de Varzim ou Vila do Conde, não são obviamente comparáveis com os valores praticados em Cinfães ou em Baião - e, nesse caso, deve ser bem aconselhado. Mas também pode já ter um terreno de família ao qual quer finalmente dar um destino. Em qualquer caso, tem de estar bem informado sobre as condições do espaço, nomeadamente sobre a sua capacidade de construção e a sua adequação à finalidade. Caso contrário, poderá ter também de investir na resolução de problemas como a correção de declives ou a erradicação de lençóis de água. É igualmente importante que verifique se já existe corrente elétrica e saneamento básico. O ideal é optar sempre por um terreno que já possua todas as infra-estruturas básicas. Se tiver esta parte toda resolvida, a sua vida estará muito facilitada. 


2. Localização

É verdade que a localização é fundamental. E também é verdade que o preço varia consoante a concorrência do lugar (relação entre a oferta e a procura). Edificar uma casa com vista mar não terá certamente o mesmo custo que optar por uma propriedade rural. Contudo, uma das grandes mudanças trazidas pela pandemia foi justamente a procura crescente de terrenos no interior, próximos do Rio Douro e do Rio Tâmega, que proporcionam um bem estar potencial indiscutível. É, aliás, uma tendência que veio para ficar. Por isso, esta é uma boa altura para investir em lugares menos óbvios, mas onde as acessibilidades são igualmente boas, a ligação à natureza é maior e onde é possível comprar o dobro dos metros quadrados por metade do preço., te


3. Tamanho

Quanto maior for a habitação, mais elevada será a despesa associada. No entanto, como já referimos, não tem de construir a casa toda de uma vez, sobretudo se se tratar de uma segunda habitação. Já a seleção dos materiais, se for realizada com conhecimento, poderá reduzir muito a factura final, mesmo que a obra tenha um tamanho considerável. Lembre-se que nem sempre compensa escolher os materiais mais baratos do mercado, porque a ideia é que tenham uma vida longa. Finalmente, pode optar por uma casa pré-fabricada. Ainda não é uma modalidade muito usada em Portugal, mas pode ser uma solução possível, se a sua prioridade for a localização e o terreno e não quiser investir tanto tempo nem dinheiro na obra. Se não tem nenhuma noção do que é grande ou pequeno, guarde esta referência: um apartamento T3 normal tem, em média, 140 m2. Portanto, um terreno com 500 m2, por exemplo, já é uma bela aquisição.

 

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4. Mão-de-obra 

A quantidade de profissionais diferenciados (empreiteiros, engenheiros, arquitetos, construtores, pintores, canalizadores, eletricistas) que implica as várias fases de construção de uma casa pode ser uma dor de cabeça para o proprietário. O caminho mais rápido e mais simples é mesmo entregar o projecto a uma empresa de construção que se responsabilize por tudo ou então a empresas sectoriais, que assumam a responsabilidade por cada momento da obra, ainda que sempre acompanhadas e monitorizadas por si. A regra-chave é pedir sempre vários orçamentos antes de fechar contrato. 

 

5. Licenças 

Nem sempre a área total do terreno pode ser integralmente edificada, uma vez que a área de construção tem de estar contemplada no Plano Director Municipal. Antes de tomar qualquer decisão, deve pedir "informação sobre a viabilidade de realizar determinada operação urbanística ou conjunto de operações urbanísticas diretamente relacionadas, bem como sobre os respetivos condicionamentos legais ou regulamentares, nomeadamente relativos a infra-estruturas, servidões administrativas e restrições de utilidade pública, índices urbanísticos, cérceas, afastamentos e demais condicionantes aplicáveis à pretensão”. Isso mesmo diz o artigo 14 do decreto-lei 555/99, que estabelece o regime jurídico da urbanização e edificação. Ou seja, é a autarquia que vai avaliar qual a área a ser construída, sobre a qual ter de passar uma licença. 

 

6. Financiamento

O crédito para a construção de habitação tem características diferentes das dos tradicionais créditos para habitação. Neste caso, a verba vai sendo disponibilizada, de forma faseada, à medida que as obras forem avançando. Por outro lado, nestes casos é também comum beneficiar de um período de carência de capital, cujo prazo varia consoante as instituições bancárias, mas que pode chegar aos três anos. Contudo, o processo de aprovação do crédito é mais lento e exige mais documentação, não só no que diz respeito às licenças mas também às diferentes fases orçamentais. Normalmente, o banco nomeia um técnico para acompanhar as diferentes fases do processo, disso dependendo a libertação da tranche seguinte. Se a obra pára, o financiamento também pára. 

 

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