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Tire proveito do calor e prepare o jardim de sua casa para o verão

Tire proveito do calor e prepare o jardim de sua casa para o verão

É daquelas pessoas que só se lembra do jardim depois de o verão já ter começado?

Ainda vai a tempo de o transformar num espaço agradável. Nós damos uma ajuda.

Os meses de Verão trazem com eles a vontade de aproveitar mais e melhor a parte exterior das nossas moradias e apartamentos. Os dias são maiores, as noites são mais quentes e, com a incerteza que grassa lá fora, nenhum lugar é mais aprazível para estar e conviver com a família e os amigos do que a nossa própria casa. O problema é que nem sempre nos lembramos de preparar atempadamente o jardim, o terraço ou a varanda para os dias quentes. Durante o inverno quase não nos lembramos que esses espaços existem e depois sobra apenas aquela sensação de que o verão passa demasiado depressa para cuidarmos das árvores ou da relva.

Se é uma dessas pessoas que só se lembra do jardim depois de o verão já ter começado, não se preocupe. Ainda vai a tempo de o transformar num espaço agradável e convidativo. E a ENTREPORTAS vai dar-lhe uma ajuda, partilhando cinco regras essenciais. Lembre-se que ter o jardim ou a varanda cuidados é a melhor maneira de aproveitar todos os dias do verão e não só aqueles que reserva para as férias. Mesmo que o seu espaço exterior não seja muito grande, não deixe de investir agora um pouco do seu tempo nele. Verá que faz toda a diferença abrir a porta de casa e sentir o perfume que vem das suas flores. Não é só bonito, é também terapêutico.

 

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Então, este é o momento em que tudo se decide. Comece por verificar que ferramentas tem em casa e depois lembre-se que a jardinagem terá de ser sempre executada de manhã cedo, antes das horas de calor. Junho e Julho são os meses de preparar e plantar, Agosto é o mês de cuidar e regar muito, Setembro é o mês de colher e reforçar a plantação. Está preparado? Siga as nossas regras e mude a sua casa em apenas dois dias. Se está, neste momento, a pensar comprar casa, privilegie um imóvel que tenha espaço ao ar livre.

 

Regra nº 1: Escolher as plantas e as árvores

Antes de escolher as plantas, cuide da terra, preparando-a e adubando-a. Se tiver um espaço generoso, não prescinda de plantar relva. O tapete verde é o primeiro lugar onde os seus olhos vão pousar e, mais tarde, os seus pés descalços vão dar graças por isso. Posteriormente, escolha as flores da estação, apostando em arbustos: a hortênsia, também chamada hidrângea, é um porto seguro. É muito fácil de plantar (planta-se de estaca), mesmo em vasos, e raras vezes nos deixa ficar mal. Cresce muito depressa e dá flores grandes de cores vivas. De preferência, plante-as num lugar que receba sol de manhã e sombra à tarde. Misture a hortênsia com arbustos que exalam perfume. A gardénia é, nesse sentido, imbatível. Pode crescer até dois metros, no chão ou em vaso, e dá dezenas de flores brancas perfeitas. Invista também numa cameleira. Há centenas de tipos diferentes de camélias, há quem se dedique a colecioná-las e algumas podem valer pequenas fortunas, mas é fácil encontrar árvores bonitas a preços normais. Têm um cheiro suave mas impossível de ignorar. Finalmente, as roseiras. Nenhum jardim pode viver sem elas. A roseira mais perfumada foi batizada com o nome de uma peça de Shakespeare, chama-se Falstaff e tem um perfume poderoso.

 

Regra nº 2: Decidir se quer misturar flores com frutos e aromáticas

Há quem recuse misturar flores com frutos, mas é um preconceito que não faz muito sentido. Plantar meia dúzia de pés de morangos (demoram quatro semanas a estarem bem enraizados), por exemplo, ou tomate cereja ou em cacho (um pé basta para a família inteira), que são deliciosos como aperitivo, não só não prejudica o seu jardim, mesmo esteticamente, como só o embeleza. Além disso, tem a vantagem de poder colher, em ambos os casos, pequenas pérolas só suas. Mesmo numa varanda, é possível criar uma pequena horta. E, nessa horta, não podem faltar as plantas aromáticas: manjericão, hortelã, coentros, alecrim ou lavanda. Não só são muito úteis como são belíssimos elementos de decoração. Por fim, tendo espaço, porque não ter o seu próprio limoeiro? 

 

Regra nº 3: Escolher o sistema de rega

Muitas vezes tendemos a achar que regar o jardim é chegar a casa ao fim do dia e pegar numa mangueira ou num regador e já está. Não é verdade. Qualquer plantação - relva, flores, frutos, árvores ou arbustos -, precisa de ser regada três vezes por dia durante um período de tempo específico. Por isso, escolher um bom sistema de rega e? fundamental para o sucesso. Sobretudo nesta e?poca do ano em que as plantas, tal como nós, precisam de estar mais hidratadas. A solução mais fácil e mais económica é optar por um sistema de rega automa?tico planeado, que qualquer profissional instala em duas horas. Esse sistema, em que normalmente a água é distribuída através de pequenos pulverizadores como se fosse chuva, permite ajustar a dosagem e a pressão de acordo com a necessidade do terreno e de cada planta. Assim, mesmo que não esteja em casa ou esteja demasiado cansado para regar o jardim, ele vai continuar cuidado e nutrido. 

 

Regra nº 4: Escolher o mobiliário

Resolvida a parte verde do jardim, é preciso decidir de que forma quer beneficiar dele. Claro que pode apenas contemplá-lo, mas o ideal é que possa criar, também, um espaço de lazer e de refeições. Quando se trata de pensar no mobiliário, a primeira coisa que nos ocorre é que, acabando o verão, podemos não ter onde guardar mesas e cadeiras. Ou não ter espaço suficiente na garegem. Por isso, deve optar por um material sintético que sobreviva ao inverno (hoje, há centenas de soluções bonitas) ou móveis de dobrar que possa facilmente arrumar e cobrir com uma lona. Escolha também uma cama de rede, que se arruma facilmente em qualquer recanto. E, por fim, aposte em almofadas, poufs e lanternas solares.

 

Regra nº 5: Finalmente, a circulação

Às vezes pode acontecer o entusiasmo com a transformação do jardim ou da varanda ser tão grande, que nos esquecemos de criar espaços de circulação. Lembre-se que poder circular à vontade é fundamental, sobretudo se for possível criar zonas distintas. A boa notícia é que criar trilhos de circulação é a parte mais fácil: basta não encher de móveis ou canteiros todos os espaços que encontrar livres. Além disso, se optar por criar caminhos (num material natural, como casca de madeira, por exemplo), vai estar a poupar a sua relva.

 

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