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5 razões para visitar o Douro Vinhateiro em setembro

5 razões para visitar o Douro Vinhateiro em setembro

As vindimas, os miradouros, as praias fluviais, os passeios e as quintas. Se nunca experimentou nada disto no Douro, não sabe a sorte que é ter o Douro aqui tão perto.

Quando entramos em contagem decrescente para o fim do verão, há uma única região do país, que serve de antídoto para a nostalgia: o Alto Douro Vinhateiro. Visitá-lo em setembro é um consolo, não só porque é o único território no Norte de Portugal onde as temperaturas ainda atingem os 30 graus mesmo a caminho do outono, mas também por causa da magnífica viagem no tempo que representa a época das vindimas. Não é possível passar pela vida sem assistir, pelo menos uma vez, à produção de um dos vinhos mais cotados e desejados pelo mundo todo. Por alguma razão, a revista norte-americana “Forbes” elegeu o Douro Vinhateiro como um dos oito destinos mundiais a visitar em 2021.

A publicação descreve a região do Douro Vinhateiro, classificado em 2001 pela UNESCO como Património Mundial da Humanidade, como um local de “visita obrigatória”, uma vez que se trata, sublinha, de “uma das mais antigas regiões vinícolas demarcadas do mundo, com uma paisagem inesquecível” (as primeiras demarcaç~ies ocorrem ainda no tempo do Marquês de Pombal, entre 1757 e 1761). Mas o Douro está longe de esgotar-se nesse processo tradicional que começa na apanha da uva e que inspira poetas e escritores há mais de cem anos, ou nessa tal paisagem que facilmente se confunde com uma pintura renascentista viva.

 

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Pensando em tudo o que significa e emoldura este pedaço de paraíso banhado pelo Rio Douro, a imobiliária ENTREPORTAS, que representa uma enorme carteira de quintas, terrenos e moradias desta região, elaborou um guião com cinco temas que não pode mesmo ignorar: o vinho e as vindimas, os miradouros, as praias fluviais, os passeios de barco e comboio, e o património e a paisagem em que se inclui o mercado imobiliário. Faça as malas num dos próximos fins de semana e deixe-se deslumbrar.

 

1. O vinho e as vindimas

A época das vindimas é um trabalho sazonal que, nos socalcos do Douro, dá emprego a centenas de pessoas. Ao mesmo tempo, está envolto num romantismo tal, que são muitas as pessoas que se voluntariam para poderem ter também aquela experiência. Por uma razão fundamental: naquele território, tudo é ainda feito à moda antiga, o que transforma o momento numa vivência apetecível e irrepetível em qualquer outro local. Além disso, tudo aquilo é laborioso, mas é também uma festa. Em quase todas as quintas e quintinhas, desde a criteriosa colheita da uva até ao pisar da uva (homens e mulheres abraçados, marchando dentro de um lagar de vinho esmagando bagos com os pés), há sempre música, alegria e a generosidade desse virtuoso povo duriense. Não espanta que o charme do Douro continue, tantas centenas de anos depois, a seduzir e a espantar o mundo, a ser uma tão grande fonte de inspiração para poetas e artistas, e sobretudo a ser o lugar com vista rio onde tanta gente sonha comprar casa de campo.

No caso do Vinho do Porto, a fermentação dura em média três dias, para que seja mantida uma grande percentagem do seu açúcar natural. Quando metade do sumo da uva já está transformado em álcool, começa a chamada fortificação, ou seja, o vinho é transferido do lagar para uma cuba. Nessa altura, é acrescentado ao líquido uma aguardente vínica incolor, neutra e com um teor alcoólico de 77%. O vinho fica depois em repouso numa adega até à primavera seguinte. Nessa altura é realizada uma cuidada prova de vinhos, para classificar de que tipo é o vinho, e segue-se então a passagem para as caves de Vila Nova de Gaia, onde irá estagiar. Antigamente, esta viagem era feita em barcos rabelos, que ainda são bem visíveis nas margens do Rio Douro. O vinho é, por fim, armazenado em tonéis de carvalho, onde começará a envelhecer.

Dali sai depois o néctar, cuja alma, caráter e sabor únicos tem sido apreciado, premiado – e mesmo leiloado - um pouco por todo o mundo.

 

2. Os miradouros e as vista de tirar o fôlego

De qualquer que seja o lugar escolhido, a vista é sempre de tirar o fôlego. Contudo, a região do Douro tem inúmeros miradouros, a partir dos quais paisagem castanha e vermelha da encosta se funde com o azul e verde do rio, fazendo deflagrar um momento de beleza natural extasiante, a que se soma um silêncio e uma paz quase inexplicáveis.

Se vai visitar o Douro, sugerimos-lhe cinco paragens: a primeira fica logo na Serra da Boneca, a menos de uma hora do Porto. Atualmente, é uma das escalas mais concorridas, porque ali foi instalado um baloiço com o mesmo nome, que não só permite literalmente voar sobre a paisagem, como proporciona fotografias maravilhosas. É líder de popularidade no Instagram. O baloiço da Boneca está localizado, desde outubro de 2020, na freguesia de Sebolido, no concelho de Penafiel, e convida também a uma paragem no miradouro e a fazer o trilho pedestre. Outra paragem obrigatória é o miradouro de São Leonardo da Galafura, situado a 30 minutos de distância do Peso da Régua. Consta que era um dos lugares de eleição de Miguel Torga (1907-1995), um dos maiores escritores portugueses do século XX, e aquele que mais profusamente escreveu sobre a região. Este miradouro tem mais de 600 metros de altura e foi resumido por Torga numa frase: “Um poema geológico. A beleza absoluta”.

Já a BBC de Londres perdeu-se de amores pelo miradouro situado na aldeia de Casal de Loivos, entre o Pinhão e Alijó. “É uma das paisagens mais bonitas do mundo”, descreveu o canal de notícias sobre aquele ângulo de visão ao qual nada escapa: as curvas do rio, as cores das casas, a textura das vinhas e o amontoado de aldeias. No entanto, não é mais impactante que o miradouro de São Salvador do Mundo, em São João da Pesqueira, propositadamente erguido como uma varanda a uma altitude de 493 metros que intensifica o declive para o rio. Não há nada que não possa ser visto dali. Uma última opção de uma extensa lista de possibilidades: o miradouro Rota do Douro, em Carrazeda de Ansiães, que se distingue por proporcionar uma vista mais próxima sobre a paisagem e, portanto, da vinha, dos socalcos e do rio.

 

 

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3. As praias fluviais

De pouco serviria sublinhar as elevadas temperaturas do Douro, se não houvesse onde refrescar o corpo. Acresce que, este ano, com as regras de acesso às praias, devido à covid-19, as praias fluviais são uma alternativa de luxo. E no Douro, elas abundam. Se tem pena de não ter pensado nisto mais cedo, não desanime, porque ali o verão dura pelo menos mais um mês do que no resto do país. Comece por experimentar a Praia Fluvial do Castelo, em Castelo de Paiva, onde a rainha é a Ilha dos Amores. Antes da construção da Barragem de Crestuma-Lever, era possível chegar à ilha a pé, através de um areal que a ligava à margem do Rio Paiva. Agora, a ilha só é acessível de canoa ou de barco, o que a torna ainda mais apetecível. Não é uma aventura num sítio ermo, a ilha está equipada com todas as infra-estruturas de apoio e é muito bem frequentada.

Mas se prefere uma praia fluvial de acesso mais simples, então a opção pode ser a belíssima Praia Fluvial de Porto de Rei, em Resende. Situada na fronteira da Região dos Vinhos Verdes com o Douro vinhateiro, esta praia integra o Parque Fluvial de Porto de Rei e oferece tudo o que precisa para um dia bem passado. Uma possibilidade incontornável é, também, a paradisíaca praia Fluvial da Congida, em Freixo de Espada à Cinta, situada na albufeira formada pela Barragem de Saucelle, já muito perto da fronteira com Espanha. Em pleno Parque Natural do Douro Internacional (aliás, é dali que partem os barcos turísticos pelo Douro acima), esta praia está rodeada de jardins, parques, piscinas flutuantes, bares e vários equipamentos de apoio. Tudo ali convida à vista e à visita.

 

4. Os passeios de barco

O Douro por ser contemplado dos miradouros, das praias, de comboio, ou até do ar, mas vê-lo a bordo de um barco rabelo, como aqueles que antes transportavam o vinho, é outra coisa. E são tantos os barcos que fazem viagens para todos os gostos - desde uma hora até um dia inteiro - e todos os preços, que não há razão nenhuma para prescindir de uma experiência que certamente não esquecerá. A maioria das embarcações sai do cais do Porto ou de Gaia com destino ao Pinhão, e oferece múltiplos cardápios, desde a possibilidade almoçar ou jantar durante a viagem, até fazer uma prova de vinhos ou conhecer pelo menos uma quinta. E, claro, ver e ficar a conhecer as histórias das pontes que atravessam o rio.

 

5. Património, as casas e as Quintas

Para a paisagem do Alto Douro Vinhateiro ser considerada património cultural e natural da UNESCO, em 2001, teve de obedecer a apertados critérios da UNESCO, seja na constituição ecológica e biológica que lhe confere a sua beleza natural, seja na componente estética da vinha. Mas para a classificação contribuiu também a relação sábia do homem com a natureza, que foi capaz de criar a paisagem e a vida que hoje se conhece, mesmo num cenário em que a escassez da água e a adversidade do solo e das encostas íngremes poderiam ter ditado uma região de características completamente diferente. Este património, que é também emocional, faz parte da riqueza imensa do Douro e está contado em várias exposições, nomeadamente nos Museus do Douro, de Lamego e do Côa. Mas também são parte fundamental da literatura portuguesa. Não foi só Torga que escreveu sobre o Douro. Agustina, Teixeira de Pascoaes, José Régio, Aquilino Ribeiro, Guerra Junqueiro, todos eles têm belíssimos textos sobre o Douro. Até José Saramago não resistiu aos encantos da região: "A arte do socalco atinge aqui a suma perfeição."

Normalmente, o visitante do Douro, incluindo o aventureiro que procura o rio e as quedas de água para fazer desportos radicais, volta várias vezes àquele território. Quem volta, acaba por querer comprar ali um terreno, uma quinta ou uma casa de campo, um imóvel que é ao mesmo tempo um refúgio de sonho e um investimento seguro. Se é o seu caso, contacte a ENTREPORTAS e encontre uma fatia de paraíso à sua medida.

 

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